terça-feira, 30 de junho de 2020

Pioneiro das ‘deepfakes’ é ameaçado após satirizar Bolsonaro e cloroquina

Brunno Sartori é um dos pioneiros no uso da técnica de deepfake no Brasil  Reprodução/Reprodução
Bruno Sartori recebeu mensagens com seu nome e de familiares ao postar vídeo em que presidente é caracterizado como Tiririca cantando versão de ‘Florentina’

Por André Siqueira - Atualizado em 15 Apr 2020, 11h58 - Publicado em 15 Apr 2020, 11h53

Em meio à pandemia de coronavírus, a cloroquina se tornou uma arma ideológica nas redes sociais. Embora o Ministério da Saúde afirme que não há estudos que atestem a eficácia do medicamento no combate à epidemia, o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores encamparam uma espécie de cruzada ideológica na defesa do remédio.
A predileção de Bolsonaro pelo tema motivou o jornalista e influenciador digital Bruno Sartori a produzir uma sátira com um dos discursos do presidente da República. Sartori é um dos pioneiros na criação de deepfakes no Brasil. A técnica consiste na criação de um vídeo, com uso da inteligência artificial, que reproduz a aparência, as expressões e a voz de uma pessoa. Na publicação, o “bruxo dos vídeos”, como Brunno se define, faz uma associação fonética da cloroquina com a música Florentina, do palhaço e deputado federal Tiririca (PL-SP).
Como avalia o governo Bolsonaro? Ele foi eleito prometendo uma gestão técnica, mas o governo anda segundo as suas convicções. O episódio do coronavírus é uma prova disto. O Ministério da Saúde é técnico, mas o ministro é desautorizado por não defender as teses do presidente. É um governo bastante ideológico.
De onde surgiu a inspiração para fazer a paródia com a música Florentina? Procuro, sempre, fazer uma associação que ninguém ainda tenha percebido. Minha ideia é relacionar o assunto do momento a uma coisa engraçada. A do Tiririca tentei levar para o lado cômico. O Tiririca é um palhaço. O Bolsonaro é chamado por alguns opositores de Bozo, outro palhaço. Nas minhas paródias, tento buscar uma aproximação fonética muito próxima. Cloroquina e Florentina são bem próximos. Gravei e publiquei. Em um único dia, ganhei 15 mil seguidores no Instagram.
Este vídeo foi o estopim para o recebimento das ameaças? Este vídeo trouxe um número enorme de xingamentos. Mas por enquanto não passa disso, entra por um ouvido e sai pelo outro. Logo depois, fiz um vídeo chamado “Capitão Corona”, inspirado novamente nas teses defendidas pelo presidente. No final dele, havia uma paródia do Hino Nacional. Eu não escrevi aquela paródia. Ela foi composta pelas pessoas. Uns diziam que o Bolsonaro havia dito uma vez, sem querer, “margens flácidas” [o correto é “margens plácidas”]. Depois, começou a circular um meme chamando o presidente de “o vírus do Ipiranga” [em referência a “ouviram do Ipiranga”, outro trecho do hino]. Me pediram para gravar a paródia e gravei. Foi, então, que passei a receber ameaças.
Que tipo de ameaças? Um rapaz me mandou um áudio de três minutos no WhatsApp, com ameaças (veja abaixo uma das mensagens recebidas). Pouco depois, meu assessor e eu recebemos mensagens com todos os meus dados, dados de minha mãe, endereço, dizendo “vamos te pegar, vamos te levar para o pau de arara, para aprender a respeitar o presidente”. Clonaram um de meus cartões, todos os dias recebo notificações de compras bloqueadas. Acredito que divulgaram meus dados em um fórum. Não sofri nenhum ataque físico, mas as próprias mensagens dizem “agora estamos em quarentena, mas espero quando ela acabar”.

Reprodução/Reprodução
O que tem feito para se defender? Tenho receio de registrar um boletim de ocorrência, porque temo que meu endereço seja vazado. Me mudei para São Paulo há um mês, mas estou protegido. A verdade, porém, é que agora as ameaças são reais. Tenho me aconselhado com algumas pessoas, com a assessoria do partido Cidadania no Senado, por exemplo, para formalizarmos um pedido ao Ministério Público. A ideia é saber se seria possível instaurar um inquérito para investigar estes ataques, mas preservando ou omitindo meu endereço.
Você acredita que há uma milícia digital por trás disso? Sem dúvidas. Eu comparo as mensagens, o teor delas. A forma da abordagem é muito semelhante, a maioria delas ocorre por números de fora do país.
As ameaças terão algum efeito em seu trabalho? Por mais graves que sejam [estas ameaças], não irão me intimidar. Me sinto feliz, por mais estranho que possa parecer, porque pude mostrar a estas pessoas a contradição que existe dentro delas. Elegeram Bolsonaro dizendo que o “mimimi” iria acabar, que seria o fim do politicamente correto, que poderíamos fazer piadas com as coisas. Mas, no momento em que você faz uma piada com elas, são as primeiras a atacar. Meus vídeos satirizam falas, atitudes do governo, do presidente. Não faço piadas ofensivas com negros, gays, mulheres. O eleitor de Bolsonaro votou para que o PT não permanecesse no poder, mas o bolsonarista é este que se vê no presidente, é este que te ataca quando é satirizado.

O vídeo, de aproximadamente 40 segundos, rendeu mais de 15 mil seguidores a Sartori no Instagram em um único dia – ele tem 277.000 hoje nessa rede social, além de 108.000 no Twitter – e motivou uma onda de ameaças em seus perfis. Ele falou a VEJA sobre a repercussão de suas publicações e os ataques que tem recebido nos últimos dias.
Por que a escolha pelo presidente Jair Bolsonaro em seus vídeos? Procuro observar o que acontece diariamente. Bolsonaro tem sido destaque por conta de seu posicionamento em relação ao isolamento social, por fazer a defesa de um medicamento que não tem respaldo científico. Como está em pauta, em alta, acaba sendo ele. [A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos] Damares sumiu, [o ministro da Justiça e Segurança Pública] Sergio Moro sumiu. Bolsonaro ofuscou todo mundo. Ele acaba sendo o mais polêmico, e por isso é tema de meus vídeos.

Mais um negro sufocado por policiais

By Carta Campinas / in Ideias e ProsasManchete / on segunda-feira, 22 jun 2020 04:21 PM
Infelizmente as matérias com esse título têm sido constantes na imprensa escrita, falada e televisiva, mas agora acrescenta-se à matéria título a palavra sufocado.
(foto reprodução – internet )
Hoje, por tudo que a Polícia Militar tem feito contra o povo negro – e que para eles é sempre suspeito – o medo provoca a cada pessoa uma reação ao ver próximo a si, uma movimentação de carro da PM. Negros sabem que eles são capazes e que podem ser o alvo letal, aumentando a estatística do extermínio do Povo Negro, do genocídio da Juventude Negra.
Policiais militares foram flagrados agredindo na madrugada de hoje, com socos, chutes e cassetetes um jovem que estava rendido e que, ao tentar se defender, dizia ser trabalhador e que estava na casa da namorada.
A PM o deixou desacordado após uma abordagem violenta na comunidade de Jardim Ariston, localizada na cidade de Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo.
De acordo com a nota da SSP (Secretaria da Segurança Pública), dois rapazes teriam desobedecido a ordem de parada e colidido com a moto em uma viatura. O homem agredido dirigia a moto.
De maneira alguma defendemos atitudes erradas das pessoas e, nesse sentido, é que nos referimos a ação truculenta da abordagem dos policiais militares, se utilizando da violência física e da condição de vantagem em número de policiais.
O rapaz agredido pelos Policiais Militares foi sufocado até desmaiar e quando recobrou os sentidos (acredito), é novamente golpeado no pescoço. Tudo isso assistido por uma plateia de PMs que, no entorno do cenário, apreciando, só poderiam estar sentindo prazer em ver aquela cena, que para nós significa todo ódio que têm (os policiais) por nós negros e que vem sendo expressado cotidianamente com agressões físicas com socos, chutes, cassetetes, tapas na cara, e agora, seguindo o exemplo do policial que assassinou nos Estados Unidos George Floyd, o sufocamento.
Queremos saber quem é e será por nós população negra, que perdemos a garantia do direito de ir e vir, que não temos mais segurança de caminhar pelas ruas porque somos perseguidos e corremos risco de morte motivado pela cor da nossa pele preta!
Acreditamos que ainda a polícia tem, em sua formação, particularidades que são resquícios do período conhecido como Ditadura Militar (1964-1985). Ou seja, autoritarismo, arbitrariedade e violência extrema. Sendo assim, fica claro que as ações desastradas e violentas, da polícia, no dia a dia, são reflexo, entre outras coisas, de uma formação autoritária fragmentada. Falta treinamento adequado, os salários são baixos e os métodos de seleção dos ingressantes deixam a desejar. É claro que existem bons profissionais.
Além disso, durante o treinamento, nas academias, ensina-se muito pouco de direitos humanos e cultura cidadã. Resultado: temos um policial, que é despreparado para lidar com situações adversas. Some-se a isso, o estado de tensão permanente a que são submetidos nos quarteis e nas ruas. O método de abordagem, em muitos casos, é ineficaz. Há situações de morte. Isso tem ocorrido cotidianamente.
Precisamos lutar para Desmilitarizar a Polícia Militar e responsabilizar o Governo do Estado de São Paulo por crime contra os Direitos Humanos e de Genocídio da Juventude Negra.
Carlão do PT é vereado e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Municipal de Campinas

Moro confessa crime contra Lula em troca de mensagens com deputada bolsonarista

By Carta Campinas / in Economia e PolíticaGeralManchete / on sexta-feira, 15 Maio 2020 09:59 AM

Ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro confessou um crime em diálogos com a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), divulgada na última quinta-feira, 14 de maio no Jornal Nacional. Ele revelou uma ilegalidade cometida no processo do ex-presidente Lula (PT), de acordo com juristas.

(foto de vídeo )
No diálogo, Moro afirma que o delegado Maurício Valeixo manteve o Lula preso após ordem judicial. Ele afirmou que Valeixo “manteve a prisão do Lula diante da ‘ordem ilegal’ (SIC) de soltura do desembargador do Rio Grande do Sul. Se algo demora na Lava Jato no STF, não é pela PF, mas em relação a outras pessoas”.
Para o professor de direito constitucional Alessandro Soares, em manifestação no Twitter, o caso se caracterizou como “abuso de autoridade e perseguição política”.
O Diretor da PF não tem competência para decidir se uma decisão judicial é ilegal ou não. Isso se chama abuso de autoridade e perseguição política. Confissão da boca do próprio Moro”, apontou.
Segundo o advogado Nélio Silveira Dias Júnior, em artigo publicado, o Estado deve punir, de forma exemplar e com rigor, aquele que descumpriu uma ordem por ele emanada, para não cair em descrédito o Poder Judiciário, ocasionando a sensação de impunidade no país.
“Para isso, o Código Penal tem figura típica: desobediência. Assim, pratica o crime de desobediência aquele a quem é dirigida uma ordem legal de funcionário público e deixa de cumpri-la. É o que prevê o art. 330 do Código Penal. Desobedecer é não cumprir, não atender. Sujeito ativo do crime é aquele que desobedece a ordem legal emanada pela autoridade competente. Portanto, aquele que descumprir decisão judicial, proferida no juízo cível, constitui crime e que deve ser apurado o quanto antes”, anota.
Maurício Valeixo era o chefe da Polícia Federal do Paraná quando, em 2018, o desembargador Rogério Favretto determinou que Lula fosse solto.
À época, em vez de cumprir a decisão, Valeixo pediu esclarecimentos ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região sobre a decisão. Ao final, Lula permaneceu preso até novembro 2019. (Carta Campinas com informações do Conversa Afiada e Silveira Advogados)
Veja o twitter:


Sérgio Moro pede ao STF garantias do Estado de Direito que negou a Lula, dizem advogados

By Carta Campinas / in Economia e PolíticaGeralManchete / on sexta-feira, 29 Maio 2020 03:21 PM
Um artigo publicado na Folha de S. Paulo, os advogados do ex-presdiente Lula, Cristiano Zanin Martins e Valeska Zanin Martins, mostram que os advogados o ex-ministro Sérgio Moro querem que o Supremo Tribunal Federal (STF) garanta para Moro elementos básicos do Estado de Direito que o próprio Moro recusou a Lula durante a Operação Lava Jato.
Valeska e Cristiano (foto joka madruga – agpt)
“As últimas declarações de Sergio Moro e de seus advogados mostram que o ex-ministro não gostaria de ser julgado por alguém com características que nortearam sua atuação como magistrado. Ou seja, o investigado Moro não gostaria de ser julgado pelo Moro juiz”, afirmaram os advogados.
Moro se referia ao inquérito 4.831, que tramita no Supremo Tribunal Federal, iniciado com as declarações que fez ao sair do Ministério da Justiça.
Segundo o casal Zanin, é possível extrair das declarações de Moro e de seus advogados dois eixos centrais de reivindicações: limites para quem exerce funções públicas e observância das garantias inerentes ao exercício do direito de defesa.
“Quanto ao primeiro ponto, o advogado Rodrigo Sánchez Rios, defensor de Moro, escreveu nesta Folha, em 16 de maio, sobre a importância de os ocupantes dos cargos públicos atuarem “em prol do interesse público e da sociedade brasileira, e não das vontades, dos interesses e dos projetos dos ocupantes momentâneos” desses postos. Quanto ao segundo ponto, busca-se o acesso à íntegra de um documento relacionado ao citado inquérito policial para atender a garantia da “paridade de armas” no exercício do direito de defesa”, anotaram.
Os advogados de Lula concordam plenamente com o advogado de Moro: “Não há qualquer aspecto conceitual que mereça divergência em relação a essas postulações de Moro e de sua defesa. A observância de limites para a atuação de agentes do Estado, assim como a observância de todas as garantias fundamentais no exercício do direito de defesa, é algo que sempre defendemos na condição de advogados e de cidadãos. O respeito a esses parâmetros decorre das conquistas civilizatórias e, ademais, é a única forma de ver cumprida a Constituição Federal e as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil por meio de tratados”, anotaram.
Mas resumiram os advogados de Lula: “Como juiz, porém, Moro atuou na contramão desses parâmetros. Agiu como déspota. Tratou acusados como inimigos; negou a essência do direito de defesa; devassou; humilhou; atacou e estimulou ataques a advogados. Grampeou nossos ramais telefônicos. Sincronizou processos com o calendário político”.
Ainda segundo os advogados de Lula, Moro aceitou cooperação internacional informal e à margem da lei brasileira e usou o aplicativo Telegram para praticar condutas incompatíveis com a magistratura e com as garantias fundamentais, como foi revelado pela série de reportagens publicadas pelo site Intercept Brasil.
“Moro promoveu uma verdadeira cruzada contra Lula com o objetivo de interferir no cenário político do país. Moro agia como político porque iria se tornar um político. As mesmas razões apresentadas no presente por Moro no exercício do seu próprio direito de defesa reforçam a necessidade de o sistema de Justiça corrigir os erros do passado, causados pelo próprio Moro”, anotaram os advogados e concluíram: “O julgamento da suspeição do ex-juiz é um passo fundamental nessa direção. E compete ao mesmo Supremo para o qual Moro dirige atualmente suas manifestações”.

Wasp Network: EUA condenou à prisão cubano que arriscou a vida contra o terrorismo

By Carta Campinas / in Economia e PolíticaGeralManchete / on terça-feira, 23 jun 2020 03:35 PM
filme de produção espanhola Wasp Network, que estreou recentemente na Netflix e que tem entre os atores o brasileiro Wagner Moura, conta a história do agente cubano René Gonzáles, que arriscou sua vida para evitar atentados terroristas contra Cuba. Gonzáles conseguiu evitar alguns atentados, mas não todos.
René e Olga (Foto real cuba blog -reprodução)
O filme, dirigido por Olivier Assayas, conta a história de agentes cubanos e de uma organização criminosa formada por cubanos exilados nos Estados Unidos, com apoio de empresários e políticos norte-americanos. O filme é baseado no livro “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, do brasileiro Fernando Morais.
Essa organização contratava mercenários para promover ataques terroristas contra Cuba. Os criminosos promoveram atentados em praias, colocaram bombas em hotéis entre outras ações. Os agentes cubanos foram infiltrados para tentar evitar os ataques terroristas.
No início dos anos 1990, o alvo da organização criminosa era promover o terror à indústria do turismo, base da economia da Ilha depois da derrocada da União Soviética e da queda do muro de Berlim em 1989. O governo cubano fez reclamações diplomáticas ao governo dos EUA, mas eram ignoradas. 
(imagem wikipedia – barrynl – dp)
O filme Wasp Network foca na história de René Gonzáles e outros agentes. René decidiu ir para Flórida em 1990, junto com outros agentes, para tentar evitar os ataques terroristas na ilha. Ele era piloto, roubou um avião em Havana e aterrissou na Flórida, pedindo asilo político. Deixou sua esposa Olga Salanueva (interpretada por Penélope Cruz) e a filha.
Como a missão era ultrassecreta, René abandonou a família e foi considerado um traidor da revolução, vendido para o ‘sonho americano’. A Rede Vespa (nome da operação – Wasp Network em inglês) foi montada com vários agentes “deserdando” e indo para a Flórida com a missão de se infiltrar em organizações de direita que queriam derrubar Fidel Castro e o regime cubano.
Os ataques terroristas só terminaram depois que o governo de Cuba reagiu e derrubou dois aviões da organização criminosa que invadiu o espaço aéreo cubano.
Depois de oito anos da chegada de René Gonzáles aos Estados Unidos e da derrubada dos aviões, o FBI fez uma operação para capturar os agentes cubanos. Quatro escaparam. Outros cinco negociaram a liberdade em troca de informações. Restaram René e seus companheiros Fernando González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino e Gerardo Hernán, que é interpretado por Gael García Bernal.
(foto divulgação)
Após a prisão pelo FBI, René Gonzáles que conseguiu evitar vários atentados terroristas e ajudou a desmontar a rede criminosa, inclusive denunciado tráfico de drogas para o próprio FBI, foi condenado a 15 anos de prisão. A Justiça dos Estados Unidos condenou o homem que arriscou a vida para evitar atentados terroristas.
Cuba reconheceu que os cinco eram agentes de inteligência, mas afirmou que eles estavam espionando somente os grupos terroristas de exilados cubanos, não o governo dos Estados Unidos. O governo de Cuba explicou que os homens foram enviados ao sul da Flórida após vários ataques terroristas em Havana, possivelmente planejados por Luis Posada Carriles, considerado terrorista e ex-agente da CIA, que também aparece no filme interpretado por Tony Plana.
Em 2005, uma revisão de três juízes na Corte de Apelações do 11º Circuito em Atlanta derrubou as condenações, citando preconceitos dos cubanos anti-castristas em Miami, mas o plenário da corte reverteu essa decisão. Em junho de 2009, a Suprema Corte dos Estados Unidos se recusou a revisar o caso. Em Cuba, os cinco são vistos como heróis nacionais e são apontados como tendo sacrificado suas liberdades em defesa de seu país. (Com informações da wikipedia e RBA)

Vídeo legendado mostra policiais brancos dos EUA algemando homem negro sem pedir documentos

By Carta Campinas / in GeralManchete / on terça-feira, 02 jun 2020 02:47 PM /
Um vídeo, que viralizou na internet esta semana durante protestos antirracistas nos Estados Unidos, mostra um homem negro sendo algemado por policiais brancos. Nas redes sociais, diziam que era um agente do FBI sendo algemado por policiais.
Os policiais simplesmente acharam que era “suspeito” e o algemaram sem pedir documento. Depois, perceberam o erro.
Segundo checagem da Reuters, ao contrário dos rumores nas mídias sociais, o indivíduo não era um agente do FBI. O departamento de Polícia de Rochester (Minnesota) disse que durante a breve detenção, a identificação foi localizada mostrando que ele não era o indivíduo que os policiais sabiam ter um mandado”.
A polícia de Rochester também confirmou que o incidente ocorreu em 1º de junho de 2019, segundo a Reuters (LINK)
Veja vídeo:





Polícia Federal pediu prisão de governador do PSC por desvio de recursos com respiradores

By Carta Campinas / in Economia e PolíticaManchete / on terça-feira, 30 jun 2020 08:55 PM
Polícia Federal pediu a prisão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC) no âmbito da investigação sobre desvios de dinheiro na compra de respiradores para saúde pública do estado. [
O PSC é o Partido Social Cristão (SIC), que tem entres seus quadros o governador do Rio, Wilson Witzel, que também deve ser cassado no escândalo dos respiradores. Witzel foi o governador que comandou operações policiais que mataram crianças inocentes no Rio de Janeiro. É do partido Cristão! Ambos se elegeram na onda Bolsonaro. O PSC é um partido ligado a Igreja Assembléia Deus e apoiou Bolsonaro nas eleições.
Bolsonaro e Lima (foto de vídeo)
O ministro do Superior Tribunal de Justiça Francisco Falcão negou as medidas consideradas mais duras “pelo menos neste momento”. Ao saber que o governador havia deixado o Amazonas, a PF pediu ao STJ para cumprir mandado de busca e apreensão em Brasília (DF), para onde Wilson viajou na noite dessa segunda-feira (29). 
O STJ pediu o bloqueio de bens no valor R$ 2,976 milhões, de 13 pessoas físicas e jurídicas, incluindo Lima. A operação cumpriu mandados de prisão temporária contra oito pessoas, além de buscas e apreensões em 14 endereços de pessoas ligadas a Lima. As medidas foram determinadas pelo ministro Francisco Falcão.
 “O fato de ele ter saído do Amazonas foi estranho”, afirmou um dos principais investigadores durante entrevista à CNN(Do 247/ Carta Campinas)

A inteligente jogada de Bolsonaro de concluir obras dos outros | Noblat

Para chamá-las de suas 30/08/2020 14:52:00   Noblat: A inteligente jogada de Bolsonaro de concluir obras de outros presidentes Para chamá-la...