Nesta segunda (19), a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves defendeu “cadeia imediata” ao jogador Robinho, condenado na Itália por estupro de uma mulher embriagada.
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"Cadeia imediatamente, não tenho outra palavra para falar. Ainda cabe recurso, mas o vazamento dos áudios, gente. Querem mais o quê? Cadeia. Nenhum estuprador pode ser aplaudido. O cara quer voltar para o campo para posar como herói", declarou ao chegar ao Palácio do Planalto para uma cerimônia com o presidente Jair Bolsonaro.
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Robinho foi condenado em primeira instância na Itália, mas afirma inocência e recorreu da decisão. No momento, ele não pode ser preso no Brasil. Os países devem conversar sobre cumprimento de pena apenas se ele for considerado culpado quando todos as possibilidades de recurso se esgotarem.
O jogador chegou a assinar contrato com o Santos na última semana, mas diante da repercussão negativa e da pressão dos patrocinadores do clube, as duas partes chegaram a um acordo para a suspensão do contrato.
"O clube já reviu, e parabéns ao Santos por ter rescindido. Eu sei que ainda cabe recurso, mas acho que está muito claro. O vazamento dos áudios está muito claro, a forma como isso chegou para nós", afirmou a ministra.
O crime aconteceu há sete anos e a vítima é uma jovem albanesa. De acordo com o processo, seis homens, entre eles o jogador, violentaram a mulher enquanto estava embriagada em uma boate de Milão, na Itália.
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